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 ESCRITO 41 - SOBREVIVÊNCIA E RELIGIÃO.

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Celina Maura Nantes
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11022009
MensajeESCRITO 41 - SOBREVIVÊNCIA E RELIGIÃO.

DE: JAIME DÍAZ PAGE (MÉXICO)
TRADUÇÃO: CELINA NANTES (BRASIL)
OUTUBRO DE 2006

ESCRITO 41

SOBREVIVÊNCIA E RELIGIÃO
Amados companheiros estudantes sinceros do Livro de Urântia, os cumprimento cordialmente. Este escrito tem o propósito incondicional de que mantenhamos nossa atenção sobre o processo da Sobrevivência da nossa alma e a Religião da experiência pessoal que a faz realidade, independentemente da leitura e do estudo da Revelação divina.

A revelação nos ensina que esta experiência de vida pessoal, é única, que não teremos outra oportunidade futura neste planeta para expressar nossa eleição de sobrevivência espiritual. Jesus nos ensinou faz 2000 anos e novamente agora, por meio da Revelação ampliada da verdade, que como filhos de Deus, se acreditamos em suas palavras, se as fazemos nossas, fazendo a vontade de Deus em nossa existência, poderemos alcançar a sobrevivência da nossa consciência, conservando-a depois da nossa morte física e por toda eternidade. Na realidade essa é a tarefa mais importante que temos que realizar nesta vida única, além das nossas obrigações cotidianas. Com alegria e esperança deveríamos tomar consciência real desse grande desafio, lutando por meio da fé vivente, da qual nos fala Jesus, para alcançar o triunfo espiritual, finalizando nossa vida na terra com as mãos cheias de frutos espirituais que comprazem ao Senhor, trazendo alegria e tranqüilidade a nossa personalidade sobrevivente.

O estudo da revelação nos ensinou que não existe a sobrevivência automática, senão que devemos lutar por ela na qualidade de seres mortais. Nos revelaram que temos capacidade e habilidade para sobreviver. Nossa decisão de eleger ou não a sobrevivência, indicará nosso destino final e eterno. Essas verdades são tão importantes que não devemos permitir que as visissitudes da vida material e tecnológica as sepultem, caindo na auto-confiança e na passividade espiritual.

Recordemos que as leituras espirituais sobre a verdadeira religião não espiritualizam a nossa alma, apenas nos indicam e instruem sobre o caminho a seguir; que a espiritualização da alma é alcançada por meio da comunhão com Deus (isto é religião) nos altos níveis das realidades eternas que moram em nós, recebendo em nossa alma os valores supremos da verdade, da beleza e da bondade que são valores de realização da consciência de Deus. Então, devemos realizar um trabalho interior, iluminando nossa consciência com a ajuda sábia do nosso Ajustador do Pensamento, sabendo que exteriormente isso nos conduzirá a realizar um serviço amoroso e altruísta para os nossos irmãos humanos.

Jesus nos ensina que a salvação ou perda da nossa alma depende de que nossa consciência moral tenha estabelecido ou não uma aliança eterna com nosso espírito Ajustador do Pensamento. A religião da experiência pessoal é o meio que nos conduz ao reino de Deus por toda eternidade. A religião é a técnica para a sobrevivência.

Já que Deus Pai não nos criou imortais, mas sim como criaturas mortais, nossa identidade mortal é transitória neste espaço-tempo; mas nossa identidade pode tornar-se real e permanente se assim o desejamos, fazendo uso do livre arbítrio da nossa Personalidade, tornando-nos um fenômeno contínuo no universo. Nós determinamos nosso destino, ninguém pode fazê-lo por nós. Temos identidade apenas no sentido material e temporário. Nesse momento o assento temporário do nosso “eu”, está ancorado no nosso sistema material intelectual, na nossa mente humana. Deus nos abençoou com o dom da personalidade, que nos confere auto-consciência e livre arbítrio, e é graças a esse divino dom que podemos, se nós o queremos, transferir o assento temporário do nosso “eu” desde o sistema da mente até o sistema mais elevado da alma moroncial, o sistema que é mais duradouro. Esse sistema da alma moroncial foi criado pela nossa própria mente e a ação do nosso Ajustador do Pensamento, como o novo veículo potencial para a sobrevivência da nossa alma-personalidade.

Deus Pai nos ama infinitamente, Ele deseja que estejamos com ele por sempre e para sempre, realizando a carreira pela perfeição divina, alcançando a condição de espíritos imortais, encontrando a Deus Pai no Paraíso que é sua morada eterna. Ele nos equipou, por assim dizer, com tudo o necessário para que alcancemos a etapa da sobrevivência e nossa meta final que é o Paraíso.

Se em verdade desejamos sobreviver à morte física de nosso corpo e alcançar a vida eterna, então temos que dirigir nossa atenção para Jesus de Nazaré e os Reveladores celestiais que nos brindam o ensino, os detalhes e os pormenores espirituais para a consecução da sobrevivência por meio da verdadeira religião, a religião da experiência religiosa pessoal.

A vida de Jesus e seus ensinos deixaram para nós o novo caminho vivente que deveríamos percorrer mediante a religião da experiência vivente e pessoal, sabendo que ao envolver-nos com a religião do amor do Pai significará para nós, esforço, luta, conflito, fé, determinação, amor, lealdade e progresso; teremos que nos embarcar no navio da para adentrar-nos, como diz Jesus, nos altos mares da verdade inexplorada, procurando as margens mais distantes das realidades espirituais, que podem ser descobertas por nossa mente humana e experimentadas realmente por nossa alma em evolução.

O modelo dos valores espirituais verdadeiros devemos procurá-los no mundo espiritual, nos níveis divinos da realidade eterna (o Ajustador) que em nós mora. Porque somente nos mais altos níveis da nossa mente supraconsciente, à medida que ela (a mente) incide no mundo espiritual da nossa experiência humana, encontraremos os divinos valores que impregnarão nossa alma com as verdades divinas do Pai celestial.

A verdadeira religião, a da aliança divina consciente com nosso espírito, nos levará a experimentar a Deus em nossa própria consciência, a sentir a Deus em nossa própria alma, experimentando as realidades divinas e eternas em nós mesmos. Não estamos falando de sugestões ou imaginações humanas, estamos falando de eventos reais, de experiências verdadeiras que são registradas em nossa alma, ao estabelecer o contato divino de fé com nosso Deus interior. Provemos e veremos que é assim.

Estas experiências se tornam disponíveis para nós mediante o mecanismo ordenado e natural da nossa mente humana, pois a mente correta e sabiamente dirigida, alcança os níveis experienciais divinos, os níveis espirituais onde nossa consciência conhece a Deus. Nosso espírito, o Ajustador do Pensamento, faz contato com nossa mente humana apenas no domínio dos pensamentos mais elevados e mais espiritualizados. Se nos ensina que: “São os vossos pensamentos os que vos conduzem a Deus”. 1105:1.

Jesus ensinou a Rodam que a prática da adoração a Deus brinda um repouso que renova a mente, que ilumina e inspira a alma, que contribui o valor para enfrentar-se aos problemas humanos, que provê a compreensão que elimina os temores debilitantes, e a consciência da união com a divindade, que dá a segurança para atrever-se a ser como Deus. Deus nos diz “Sede perfeitos, assim como Eu Sou perfeito”.

O repouso da adoração, ou comunhão espiritual, alivia nossas tensões, elimina nossos conflitos, e aumenta poderosamente os recursos da nossa personalidade para criar um caráter forte e vigoroso. Desde o ponto de vista humano, trata-se de combinar a meditação e a relaxação; a meditação coloca em contato nossa mente com nosso espírito; a relaxação que consigamos alcançar determinará a capacidade para a receptividade do espiritual. A repetição frequente destas experiências, produzem hábitos de adoração que nos dão forças; estes hábitos se traduzem num forte caráter espiritual que será reconhecido por nossos semelhantes como: uma personalidade madura. Toda esta filosofia, mais o Evangelho do Reino de Jesus, constituem a Nova Religião, a religião da experiência pessoal espiritual.


Última edición por Celina Maura Nantes el Miér 11 Feb 2009, 15:57, editado 1 vez
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ESCRITO 41 - SOBREVIVÊNCIA E RELIGIÃO. :: Comentarios

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ESCRITO 41 - SOBREVIVÊNCIA E RELIGIÃO.
Mensaje el Miér 11 Feb 2009, 15:02 por Celina Maura Nantes
A atitude mais saudável da Meditação Espiritual se encontra na adoração reflexiva e na oração de ação de graças”1100:1.
Os reveladores, conhecendo nossa natureza humana imperfeita, afirmam que nós pensamos que somos “ocupados demais” como para “encontrar tempo” para a meditação espiritual e para a devoção religiosa. 2077:3 Penso que somos capazes e inteligentes para substituir alguma ou algumas atividades banais, que não contribuem um benefício real a nossa consciência, por outra que pode trazer-nos um benefício eterno; tudo é questão de demonstrar realmente nosso amor a Deus Pai, de querer, de decidir-nos, de romper a inércia e mudar tudo para melhor.

Por outro lado, aqueles dos nossos irmãos que desejem converter-se em guias, conselheiros ou instrutores espirituais, e queiram ajudar a conduzir às almas para o reino de Deus, não poderão fazê-lo mediante um ensino puramente intelectual. Jesus nos diz que a experiência pessoal da fé vivente libera as atividades suprahumanas (espirituais) de nossa chispa divina, entre elas o poder espiritual que é o resultado de chegar a “conhecer a Deus”; isto é, deve-se possuir a fé viva que provê o poder espiritual para realizar obra espiritual; sem poder espiritual não se pode realizar obra espiritual. É por meio da meditação espiritual, a comunhão com Deus, como cresce em nós a fé viva, e o poder espiritual de Deus se manifesta em nós realmente. Jesus nos diz que o homem nunca poderá conhecer as verdades divinas sem o exercício da fé vivente. Só a verdadeira religião da experiência pessoal fará tudo isto possível para os crentes e para nossos irmãos que se interessem em guiar positiva e eficazmente às almas que estão em busca da verdade divina.
Os reveladores nos comunicam que não devemos considerar a verdadeira religião como um sistema de crenças filosóficas submetidas ao raciocínio humano. Que a verdadeira religião é a experiência da divindade em nossa consciência moral, a experiência com as realidades eternas de Deus em nossa vida humana, a realização das satisfações espirituais em nossa vida.

Nos ensinam que a religião não é, nem pode ser nunca, uma questão de mera crença intelectual, que a religião compreende o pensar, o sentir, o atuar com reverência para uma realidade (Deus-Ajustador) que consideramos digna de adoração universal. 1780:4.

A verdadeira religião nos leva desde a crença intelectual à experiência real da fé vivente que é capaz de alcançar a realidade de Deus e tudo o relacionado com o espírito divino de nosso Pai. Conhecemos a Deus mediante a experiência religiosa espiritual e não pelo raciocínio humano.

A religião não é uma técnica para que cheguemos a uma paz mental estática e abençoada; é um impulso para organizar nossa alma para o serviço dinâmico espiritual, alinhando a totalidade do nosso “eu” ao serviço do Deus amante e para servir à humanidade. A verdadeira religião é nosso passaporte para alcançar a vida eterna.
Também não é a religião um mero sentimento passivo de “dependência absoluta” e “segurança de sobrevivência”, é uma experiência vivente, real, e dinâmica de alcance da divindade, que serve à humanidade.

O propósito da religião não é satisfazer a curiosidade sobre Deus, e sim permitir-nos a certeza intelectual e a segurança filosófica para estabilizar e enriquecer nossa vida humana, combinando o mortal com o divino, o parcial com o completo, o homem e Deus. Jesus deseja que vamos além de saber do fato de Deus, que sejamos capazes cada vez mais de sentir a Deus em nós mesmos, este é o ponto.
A fé vivente é um atributo vivo da experiência religiosa pessoal genuína. 1114:5.
Jesus nos diz que quando por meio da fé viva nos tornamos divinamente conscientes de Deus, então nascemos do espírito como filhos da luz e da vida e que ascenderemos os universos até alcançar ao Pai Universal no Paraíso.
Também nos disse Jesus, que nossa sobrevivência depende de que previamente tenhamos nascido do espírito da verdade, procurando e finalmente encontrando a Deus. Que o alimento espiritual só se concede àqueles seres que têm fome pela verdade e sede da retitude de Deus. Jesus nos ensina que se somos crentes declarados do evangelho do reino e não produzimos os frutos do espírito divino, então estamos mortos, que o espírito da verdade não mora em nós, que somos uns ramos inúteis da videira vivente. Que o Pai Universal pede a seus filhos de que produzam muitos frutos do espírito, porque o Pai exige que cresçamos pela graça (dons recebidos na comunhão de adoração) até a plena estatura de um adulto espiritual. Na aparição em Sicar, Jesus voltou a dizer que a salvação é o dom de Deus para todos os que acreditam que são seus filhos; mas que não nos enganemos, que ainda que a salvação é o dom gratuito de Deus e se concede a todos os que a aceitam pela fé, a isso lhe segue a experiência de produzir os frutos da vida espiritual tal como esta se vive na carne. 2054:3; 2053:4

Jesus nos ensina: “E os frutos do espírito divino, produzidos na vida dos mortais nascidos do espírito e que conhecem a Deus, são: serviço amoroso, consagração desinteressada, lealdade corajosa, eqüidade sincera, honestidade esclarecida, esperança imperecível, confiança fiel, ministério misericordioso, bondade inesgotável, tolerância indulgente e paz duradoura.” 2054:3

Amados amigos, o estudo da Revelação divina descobre para nós mandatos e deveres espirituais que cumprir como crentes e filhos de Deus. O conhecimento da verdade nos faz responsáveis perante o Senhor. Em verdade somos ternamente amados e divinamente guiados por Deus Pai. Seu irmão Jaime.


NOTA: Este trabalho usa citações procedentes de The Urantia Book, © 1955 Urantia Foundation, 533 Diversey Parkway, Chicago, Illinois 60614, EE.UU; +1 (773) 525-3319; http://www.urantia.org/spanish ; todos os direitos reservados. Os pontos de vista expressados neste trabalho são do autor e não representam necessariamente os pontos de vista da Fundação Urantia ou de suas filiais.
 

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