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 ESCRITO 42 - O AMOR A DEUS E A FÉ VIVA.

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Celina Maura Nantes
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11022009
MensajeESCRITO 42 - O AMOR A DEUS E A FÉ VIVA.

DE: JAIME DÍAZ PAGE (MEXICO)
Tradução: Celina Nantes (Brasil)
NOVEMBRO 2006


ESCRITO 42
O AMOR A DEUS E A FÉ VIVA
Amados irmãos estudantes da Revelação do Livro de Urântia, os cumprimento e os convido a considerar o Amor a Deus e a Fé Viva, para o êxito da nossa busca espiritual das verdades divinas e eternas, que nos trarão a vida eterna para nossa alma. Jesus nos ensina a buscar a verdade em nosso mundo espiritual interior.

Devemos saber que nosso Pai do céu nunca deixa que nós, seus filhos criados, cresçamos a esmo no que se refere à religião. Ele deseja que todos nós nos encontremos em unidade com Ele; e para esta finalidade tem disposto que recebamos o ensino espiritual que nos conduz a Ele, por meio dos seus Filhos divinos ou pela Revelação divina escrita. Em ambos os casos recebemos “os conhecimentos e instruções espirituais necessários” para que aplicando-os em nós, façamos surgir a religião dinâmica da experiência espiritual pessoal, em unidade com nosso Ajustador residente, vinculando-nos a Ele por toda eternidade.

A Revelação escrita nos diz que Jesus de Nazaré veio a Urântia para criar em nós um novo espírito e uma nova vontade, que nos permita uma nova capacidade para conhecer a verdade e experimentar a compaixão, escolhendo a bondade, a vontade de estar em harmonia com a vontade de Deus, unida ao impulso eterno de tornar-nos perfeitos, assim como o Pai no céu é perfeito. Como podemos notar, o Senhor nos guia e instrui amorosa e cuidadosamente, levando-nos da mão. 1583:6.

Lembremos que a religião não é uma técnica para que atinjamos uma paz ditosa e estática; não, a religião deve ser um impulso que nos leve a organizar nossa alma, alinhando toda a nossa personalidade para servir dinamicamente a Deus, e à humanidade. Essa organização pessoal em cada um de nós, fomenta a experiência e o crescimento dos valores e significados divinos da verdade, da beleza e da bondade. Tudo isso, unificado por nós, equivale à experiência da consciência de Deus. Ao conseguir esse tipo de experiência espiritual, nos estaremos tornando supra-humanos, nossa alma se encontrará avançando pelo caminho correto, e evoluindo para as esferas superiores e surpreendentes dos universos. 1096:7.

O ato supremo que podemos realizar em nossa vida humana, é fazer crescer em nós os valores da verdade, da beleza e da bondade divinas, porque é desse modo como o Amor de Deus cresce em nós mediante o culto adorador (oração-adoração) à nossa divindade interior pessoal. Devemos recordar que a religião é a experiência real e não imaginária da divindade em nossa própria consciência, em nossa alma que se espiritualiza pelo acrescentamento dos valores divinos recebidos na experiência espiritual, fazendo surgir em nós a perspicácia espiritual. Essa perspicácia religiosa tem o poder de transformar nossas derrotas em desejos superiores e novas determinações, que nos permitem seguir avançando em nossa vida espiritual e humana. O Amor é o maior motivador que temos para ascender no universo; mas esse amor não deve estar carente dos valores divinos da verdade, da beleza e da bondade, pois, desse modo nosso amor seria um mero sentimento, uma ilusão mental, um verdadeiro engano espiritual. É pelo Amor e a Graça divinos que somos verdadeiramente transformados desde o humano até o divino. 1097:4.

Deus responde a nossas sinceras orações de fé, dando-nos uma maior revelação da verdade, uma enaltecida apreciação da beleza e um conceito crescente da bondade. Nossa oração pessoal é o estímulo mais poderoso para o crescimento dos valores divinos, o crescimento espiritual. A oração nos põe em contato com a divindade nos níveis espirituais de nossa experiência religiosa pessoal. 1002:3.

A tarefa da nossa vida religiosa consiste em unificar os poderes da nossa alma e personalidade, mediante o domínio do AMOR, do amor que damos a nosso Pai celestial e o amor que recebemos Dele. A saúde física, a saúde mental e a felicidade, são o resultado da unificação dos nossos sistemas físicos, mentais e espirituais. Entendemos sobre a saúde e a sensatez, mas compreendemos pouco a respeito da felicidade. A felicidade mais elevada está perenemente vinculada ao crescimento espiritual, pois esse crescimento produz em nós um deleite verdadeiro e duradouro e uma paz que está além da nossa compreensão humana. Na vida física, nossos sentidos percebem a existência das coisas, nossa mente descobre a realidade dos significados, e a experiência espiritual pessoal nos revela os verdadeiros valores da vida. Só podemos alcançar os altos níveis espirituais em nossa vida humana, pelo amor a Deus, o amor supremo de Deus, e nosso amor altruísta ao homem. 1097; 1098.

Jesus nos ensinou que Deus Pai vive em nosso interior mental, que em verdade as realidades divinas moram em nós, e que embora Deus não seja visível para nós, por meio da na experiência religiosa pessoal podemos confirmar diariamente a sua presença dentro de nós. Jesus disse que a única batalha que temos que dar é contra a dúvida, contra a incredulidade. Ensinou-nos que muitos homens morrem no mundo buscando Deus, sem sem perceber que Ele vive dentro deles. Só pelo exercício dinâmico da , acreditando vivamente com amor, conheceremos a Deus e sua verdade divina em nosso interior. Deus vive nas mentes normais de todos os homens. Deus Pai é alcançável por nossa fé viva. 1766:4.

Quando Jesus dizia: “O pão e a água da vida só se concedem aos que têm fome pela verdade e sede da retidão de Deus”, falava em realidade dos valores e significados divinos (a graça divina) que pela encontramos na experiência espiritual pessoal, sendo estes os que realizam o crescimento e a perspicácia espiritual em nós. Os valores divinos são projeções espirituais do nosso Ajustador do Pensamento, e estes só podemos discerní-los nascendo do espírito e por meio do olho da fé viva, que devemos possuir como o instrumento espiritual que nos permite avançar para acima e para dentro, até o Paraíso, até Deus. Certa vez Jesus citou um velho provérbio hebreu que ele aprovou e que está diretamente relacionado com seus ensinos, com os temas que estamos tratando aqui: “Aquele não trabalha não come” (1579:4); isso deve entender-se em termos espirituais. 2054:3; 2078:8,9.

O crescimento espiritual que obtemos pelos valores divinos da experiência religiosa, não depende dos nossos abundantes conhecimentos, senão mais bem do: AMOR E A FÉ VIVA que oferecemos com respeito, sinceridade, confiança e devoção de todo coração a nosso Pai celestial. Esta é a chave para sobreviver.

Para o êxito em nossa experiência espiritual, Jesus insistiu muito na relação Pai-filho, para que como filhos seus pudéssemos ser conduzidos com verdadeira dita à adoração livre, excelsa e sublime de um Deus Pai, amante, justo e misericordioso. O amor a Deus e o amor de Deus unificados, conduzem-nos sempre a uma adoração inteligente e sincera a nosso Pai celestial. Jesus nos entregou um novo e superior mandamento: “Amai a Deus e aprendei a fazer sua vontade”. Jesus disse que este era o privilégio mais elevado dos filhos de Deus liberados. Que como filhos de Deus, devemos desenvolver nosso amor pelo Pai que está no céu, e que mora em nosso interior mental e espiritual. 1675:3,5; 1676:1.
Jesus nos ensinou que devemos aprender a reverenciar a Deus como Criador, a honrá-lo como o Pai de nossa juventude espiritual, a amá-lo como um defensor misericordioso, e finalmente a adorá-lo como Pai amoroso e omnisapiente, em nosso entendimento espiritual mais maduro. Essas e outras coisas ensinou Jesus para enfatizar o valor da sinceridade e a perfeita confiança no apoio amante e a guia fiel de nosso Pai Celestial. Por isso é que Jesus se referiu com tanta freqüência aos meninos pequenos para ilustrar a atitude mental que devemos ter para poder aceder às realidades espirituais do reino do céu. Que bem como um menino pequeno crê e confia totalmente em seu pai humano, de maneira semelhante devemos acercar-nos a venerar, honrar e adorar a nosso Pai que está no céu. Nossa fé viva em Deus deve estar imbuida da simpleza espiritual dos meninos pequenos que crêem facilmente e que confiam plenamente; não se referia Jesus à imaturidade mental dos meninos senão mais bem à “ingenuidade espiritual” dos pequenos que crêem e confiam plenamente. Devemos mostrar uma atitude aberta e sem temor à Deus que é amor, sabedoria, bondade e misericórdia. Ademais, disse-nos Jesus que devemos entrar no reino livres de preconceitos e idéias preconcebidas; estar dispostos a aprender as coisas espirituais como meninos não mimados, confiando na sabedoria, assistência e guia de nosso Pai celestial que mora em nós.Tenhamos bom ânimo! 1676:2,5,6; 1733:1,2; 1861: 3

Devemos saber que a presença do amor a Deus e a fé viva em nós, são indispensáveis e importantes, 1- porque são a chave para aceder ao reino de Deus durante nossa vida na terra; 2- porque o amor e a fé viva nos abrem a porta ao mundo da divindade, à experiência espiritual autêntica, verdadeira; 3- porque nos introduzem de imediato no reino de Deus por nossa sinceridade e desejo de viver uma vida reta, esforçando-nos por fazer a vontade do Pai e assemelhar-nos a Ele; 4- porque nos permitem experimentar a residência-presença de Deus em nosso interior espiritual; 5- porque permitem que Deus se revele em nossa alma; 6- porque alimentam e mantêm nossa alma ao orientar-nos para Deus; 7- porque liberam os potenciais espirituais do Ajustador do Pensamento (chispa divina) em nós, isso é o poder espiritual; 8- porque o amor e a fé são essencialmente em nossa religião pessoal, o que a velas são para uma embarcação. 1861:9; 1141:5; 1861:2,3,4; 1139:6,7; 1460:3; 1106:10; 1459:6; 1766:4.

Jesus nos ensinou que a não é uma carga adicional para nossa vida, senão mais bem, que a fé é um aumento de poder. As mulheres e os homens que entrem ao reino de Deus, mediante o poder espiritual e o exercício persistente da fé viva, entregando-se em verdade ao ensino do espírito interior do Pai celestial (Ajustador-chispa divina), chegarão até Jesus de Nazaré, e além, até a presença do Pai Universal no Paraíso, a fonte de todos os universos, coisas e seres. 1766:4.

A fé viva é um atributo genuíno que surge em nossa experiência religiosa pessoal ao contato com nossa divindade interior. A fé viva é uma experiência real, que tem que ver com os valores supremos, os significados espirituais, e os ideais divinos, ademais, é “conhecedora de Deus”. O propósito e meta da verdadeira religião pessoal é que conheçamos a Deus em nossa vida humana e que nos assemelhemos a Ele de maneira gradual, pois dessa forma nos tornamos filhos perpétuos do nosso Pai eterno. O único caminho pelo qual podemos descobrir ou encontrar a Deus dentro de nós, é o caminho da experiência religiosa e o exercício regular da fé viva. Lembremos o provérbio citado por Jesus: “Aquele que não trabalha não come”. 1114:6,7; 1116:5.

A verdadeira experiência religiosa tem lugar em nós quando manifestamos uma atitude positiva de amor a Deus e de fé viva para os domínios da divindade que mora em nós. Apenas pela fé vivente podemos tornar-nos divinamente conscientes de Deus e nascer do espírito como filhos da luz e da vida, da mesma vida eterna com a que ascenderemos os universos. Jesus veio fomentar a fé vivente em nós, para que atingíssemos a liberdade espiritual, a verdade e a vida eterna para nossa alma, conservando dessa maneira a consciência de vida, comendo o pão (valores divinos) que desce de Deus, ao qual nos referimos neste escrito. 1141:3; 2052:3; 1710:4.

Por outro lado, os reveladores celestiais nos ensinam que o eclesiástico é, agora e por sempre, incompatível com esta fé viva e crescimento espiritual. Que o desejo bem intencionado de preservar as tradições das realizações do passado, conduz freqüentemente a defender uns sistemas de adoração obsoletos. Esta situação impede o patrocínio eficaz de novos meios e métodos adequados (ensinos de Jesus), designados para dar satisfação aos anelos espirituais das mentes humanas em expansão e progresso dos homens modernos. 2084:8; 2085:1.


Última edición por Celina Maura Nantes el Miér 11 Feb 2009, 09:34, editado 1 vez
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ESCRITO 42 - O AMOR A DEUS E A FÉ VIVA. :: Comentarios

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Re: ESCRITO 42 - O AMOR A DEUS E A FÉ VIVA.
Mensaje el Miér 11 Feb 2009, 09:31 por Celina Maura Nantes
Jesus disse certa vez: “Eu sou o pão da vida”. “Quanto a esse pão que desce de Deus, se um homem o come, nunca morrerá em espírito. Repito que Eu sou esse pão vivo, e toda alma que consiga obter essa natureza unida de Deus e homem viverá para sempre. Esse pão da vida que Eu dou a todos os que queiram recebê-lo é minha própria natureza viva e combinada. O Pai está no Filho e o Filho é um com o Pai—essa é minha revelação dadora de vida ao mundo e meu presente de salvação para todas as nações.”1711:4.

É importante ter presente que o pão vivo ou os valores divinos os encontramos nos níveis do mundo espiritual, quando estabelecemos conexão ou aliança espiritual com nosso espírito divino (Ajustador) mediante o contato adorador, por meio da mente e da alma; essa é a autentica religião do espírito, que nos deixa livres para seguir a verdade onde quer que nos levem as diretrizes de nosso espírito interior; e essa verdade, nos disse Jesus, apenas existe nos níveis espirituais superiores de compreensão da divindade e de consciência da comunhão com Deus. A verdade divina é uma realidade viva que goza de uma existência experiencial em nossa mente humana.1731:3; 1949:4 Cito textualmente um ensino da revelação: A meditação põe em contato à mente com o espírito; a relaxação determina a capacidade para a receptividade espiritual (verdade-valores divinos) 1777:2. Um relaxamento adequado nos permitirá reconhecer as verdades espirituais (valores divinos) que nesse momento nosso espírito verte em nossa alma, como alimento para nossa espiritualização. Jesus nos ensina que a religião do espírito consiste em uma revelação progressiva das verdades ou valores divinos, que nos permitem obter realidades eternas e ideais espirituais mais santos e elevados. 1731:2 Esses são os ensinos de Jesus de Nazaré e dos Reveladores celestiais para a espiritualização e sobrevivência da nossa alma humana.

Jesus nos ensinou que a maior descoberta possível que nossa alma humana pode realizar, é: a experiência celestial de encontrar Deus em nós mesmos, por nós mesmos e para nós mesmos, como um fato da nossa própria experiência pessoal. 1731:1 Esta realização espiritual feita por nós se deverá a nosso grande amor e fé viva que entregamos de todo coração a nosso Pai Altíssimo que em nós mora.
Resumindo, podemos dizer que a combinação do Amor a Deus e A Fé Viva em nossa experiência religiosa pessoal trará para nós a doação dos valores divinos ou pão vivo a nossa alma; sabendo que estes valores espirituais são a realização da consciência de Deus em nós mesmos. Recebendo assim uma maior revelação da verdade, uma maior apreciação da beleza e um conceito crescente da bondade de Deus. Desse modo, a nossa alma é guiada e espiritualizada pelo Ajustador do Pensamento, realizando um crescimento espiritual autêntico, alcançando a verdadeira liberdade espiritual, na qual nossa mente humana se unifica cada vez mais com a mente divina do nosso Ajustador do Pensamento, dizendo: “Pai, é minha vontade que se faça tua vontade”.

Amados irmãos e irmãs, obrigado pela atenção dedicada à leitura deste escrito. Que o amor a Deus e a fé viva sejam uma realidade viva em nossas vidas, conduzindo-nos à imortalidade por merecimento e pela graça divina do nosso Pai celestial. Sinceramente, seu irmão Jaime.



NOTA: Este trabalho usa citações procedentes de The Urantia Book, ©️ 1955 Urantia Foundation, 533 Diversey Parkway, Chicago, Illinois 60614, EE.UU; +1 (773) 525-3319; [/size]http://www.urantia.org/spanish[size=12] ; todos os direitos reservados. Os pontos de vista expressados neste trabalho são do autor e não representam necessariamente os pontos de vista da Fundação Urantia ou de suas filiais.
 

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