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 ESCRITO 44 - PRIMEIRA PARTE - A VONTADE DE DEUS - FAZER A VONTADE DO PAI.

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Celina Maura Nantes
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10022009
MensajeESCRITO 44 - PRIMEIRA PARTE - A VONTADE DE DEUS - FAZER A VONTADE DO PAI.

DE: JAIME DÍAZ PAGE – MÉXICO –
Tradução: Celina Maura Nantes – Brasil –
FEVEREIRO DE 2007

ESCRITO 44
PRIMEIRA PARTE.
A VONTADE DE DEUS
FAZER A VONTADE DO PAI

SIGNIFICADOS - A TÉCNICA


Amados irmãos e amigos estudantes da Revelação divina do Livro de Urântia, os saúdo cordialmente. Nesse trabalho, realizado em duas partes, consideraremos o relativo à Vontade de Deus e à Fazer a Vontade do Pai, com o propósito de conhecer e esclarecer estes conceitos, e como eles nos afetam, para que compreendendo-os de melhor maneira, tenhamos confiança no ensino que se esconde por trás das palavras e possamos tomar-nos da mão do nosso Senhor para que ele conduza nossa alma para o reino da vida sem fim, até o Paraíso, até a eternidade.

Podemos dizer que é vontade de Deus o fato de que tenhamos em nossas mãos O Livro de Urântia, sua revelação divina, para que conhecendo a verdade revelada por seus filhos divinos, possamos abrir-nos passo até Ele, até as realidades da eternidade. Na página 21:3 da revelação encontramos o mandato divino do Pai Universal para nós, seus filhos mortais: “Sede perfeitos, assim como Eu sou perfeito”; isso significa alcançar a perfeição final e completa no aspecto finito de divindade, personalidade e consciência de Deus; esse é o verdadeiro significado de “Sede perfeitos, assim como Eu sou perfeito”. Esse mandato divino é o nosso primeiro dever e deveria ser nossa mais elevada ambição como criaturas lutadoras do Deus de amor e perfeição.

Se nos revela que: O Pai deseja que todas as Suas criaturas estejam em comunhão pessoal com Ele; isso é a vontade do Pai, porque Ele conhece nossas necessidades e limitações, Ele conhece o caminho que nós seus filhos evolutivos, imperfeitos e mortais, devemos seguir para atingir a vida eterna junto a Ele. Sabemos que não fomos criados imortais, portanto Deus nos comunica que é bom que estejamos em comunhão com Ele, próximos Dele, porque é a única maneira (não há outra) de poder tornar-nos criaturas imortais. Deus é nosso caminho. Porque só Deus Pai possui o amor, a força, o poder e a sabedoria para transformar o que somos (mortais) no que devemos ser (imortais). Nossa sobrevivência nesta vida única depende, portanto, da nossa cooperação voluntária com o plano divino, da nossa perfeita disposição e desejo de todo coração de fazer a vontade divina do Pai, de comungar realmente com Ele durante nossa vida terrena. 63:6; 52:1.

Jesus nos alerta dizendo o seguinte: “Vós não podeis ficar passivos, nos assuntos do reino eterno. O meu Pai exige que todos os seus filhos cresçam na graça e no conhecimento da verdade.” 1917:1. Nessas palavras de Jesus reconhecemos a vontade do Pai para nós. Quando realizamos a vontade do Pai, então crescemos em graça e em conhecimento da verdade. Também Jesus ensinou que aqueles que aceitemos o seu ensino, não devemos limitar-nos simplesmente a acreditar, senão a fazer aquelas coisas que o evangelho requer. 1769: 11.

Somente Deus Pai pode iluminar e inspirar nossa mente, espiritualizar nossa alma e liberar seu potencial espiritual em nós e através de nós; só devemos amar-lhe diretamente e confiar Nele de todo coração. Jesus nos ensinou que todo nosso dever se resume neste único mandamento: Ama o Senhor teu Deus com toda tua mente e com toda tua alma, e a teu próximo como a ti mesmo”; nesse mandamento único, Jesus, sem dizê-lo explicitamente, está nos falando da adoração divina a nosso Pai Celestial. Nosso mais amoroso e próximo acesso a Deus é através do amor, porque Deus é amor. Assim, quando consagramos nossa vontade a fazer a vontade do Pai, a comungar com Ele, quando entregamos a Deus todo nosso amor, então Deus se encarrega de fazer-nos mais do que somos. 1805:5; 1285:3.

Deus Pai nunca nos impõe alguma forma de reconhecimento arbitrário, de adoração formal ou de serviço servil a nossos semelhantes. Por nós mesmos, devemos em nosso coração, reconhecer-lhe, amar-lhe e adorar-lhe voluntariamente. Nosso Criador recusa exercer coerção sobre nós, a obrigar-nos a submeter o nosso livre arbítrio. Nossa afetuosa dedicação a fazer a vontade do Pai, é o presente mais seleto que podemos oferecer a Deus. É a única dádiva de valor verdadeiro que podemos oferecer a nosso Pai Universal. Não há nada que possamos oferecer a Deus, exceto nossa eleição de cumprir a vontade do Pai. Essa classe de decisão realizada por nós, constitui a realidade da adoração autêntica que tanto satisfaz à natureza divina do nosso Pai, que está dominada pelo Amor. Todos os mundos esclarecidos reconhecem e adoram ao Pai Universal, o eterno criador e sustentador de toda a criação. 21:3, 22:5.

Um Aperfeiçoador da Sabedoria de Uversa nos diz que: “A adoração é o privilégio mais elevado e o primeiro dever de todas as inteligências criadas. A adoração é o ato, consciente e regozijado, de reconhecimento e de admissão da verdade e do fato das relações íntimas e pessoais dos Criadores com as suas criaturas.” No mesmo parágrafo continua dizendo: “… o ato da adoração torna-se crescentemente todo-abrangente, até que, finalmente, atinge a glória do deleite experiencial mais elevado e o prazer mais excelso conhecido pelos seres criados.” 303:5. Como podemos notar, desde o princípio da revelação, os reveladores já nos estão falando de uma comunhão íntima com Deus, a qual deveríamos levar a cabo como filhos do Deus Altíssimo.

Transcrevo palavras de um Conselheiro Divino de Uversa: ...“prestamos tal devoção e nos dedicamos à adoração como uma reação natural e espontânea ao reconhecimento da personalidade incomparável do Pai; e por causa da Sua natureza amável e dos Seus atributos adoráveis.” 65:5


Última edición por Celina Maura Nantes el Mar 10 Feb 2009, 20:37, editado 4 veces
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ESCRITO 44 - PRIMEIRA PARTE - A VONTADE DE DEUS - FAZER A VONTADE DO PAI. :: Comentarios

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Re: ESCRITO 44 - PRIMEIRA PARTE - A VONTADE DE DEUS - FAZER A VONTADE DO PAI.
Mensaje el Mar 10 Feb 2009, 20:13 por Celina Maura Nantes
A VONTADE

Se nos ensina que a vontade é essa manifestação da nossa mente que permite a nossa consciência subjetiva expressar-se de maneira objetiva e experimentar o fenômeno de “aspirar a ser semelhante a Deus”. Todo ser humano reflexivo e de mente espiritual pode tornar-se criador. 1431:5.
Certa vez Jesus explicou a Ganid a diferença entre a vontade de Deus e o ato mental de eleição humana que também se chama vontade. Em essência Jesus disse a Ganid o seguinte: “A vontade de Deus é o caminho de Deus, a associação com a escolha de Deus em face de qualquer alternativa potencial. Fazer a vontade de Deus, portanto, é a experiência progressiva de tornar-se mais e mais como Deus; e Deus é a fonte e o destino de tudo o que é bom, belo e verdadeiro. A vontade do homem é o caminho do homem, a soma e a essência daquilo que o mortal escolhe ser e fazer. A vontade é a escolha deliberada de um ser autoconsciente, que toma a decisão-conduta baseada na reflexão inteligente”. 1431:2.
Jesus veio à terra a ensinar-nos algo adicional: “A conformidade voluntária da vontade do homem à vontade de Deus”. 1582:1.

Fazendo uso do nosso livre arbítrio, inteligência e discriminação, podemos eleger metas superiores e selecionar os meios morais para alcançar essas metas. A aplicação do nosso livre arbítrio nesse sentido é moralmente pura e boa, é “virtuosa”. Portanto, a virtude suprema é escolher de todo coração fazer a vontade do Pai que está no céu (o Paraíso). 193:9. Se verdadeiramente elegemos fazer a vontade divina, então conheceremos o caminho da verdade. Devemos conhecer as coisas humanas para poder amá-las, mas devemos amar as coisas divinas para poder conhecê-las. 193:9; 1118:4.

Quando escolhemos fazer a vontade do Pai, alcançamos a união divina por meio da comunhão espiritual progressiva, através da comunicação da nossa personalidade com nosso Deus pessoal (o Ajustador), atingindo de um modo crescente a presença divina por meio de uma conformidade inteligente de todo coração com a vontade divina. 31:2.

Como resultado dos ensinos de Jesus, Ganid, que era nativo da Índia e acompanhou a Jesus em sua viagem pelo mundo romano, escreveu as seguintes palavras: “Embora não possamos ver a Deus, podemos conhecê-lo. E vivendo diariamente segundo a vontade do Pai no céu, podemos revelá-lo aos nossos semelhantes.” “Nós não podemos encontrar a Deus pelo conhecimento, mas podemos conhecê-lo nos nossos corações pela experiência pessoal”. 1453:4,5. Nessas palavras devemos reconhecer que se está falando de uma prática religiosa pessoal.

Jesus nos ensina que em nossa vida diária não busquemos nossa própria glorificação, senão que procuremos glorificar a Deus, subordinando inteligentemente nossa própria vontade à vontade do Pai que está no céu. 1907:2. Jesus nos insta a uma associação voluntária com nosso Pai, amando-lhe, venerando-lhe, e adorando-lhe de todo o coração.

A revelação nos ensina que Deus Pai nos ama e confere o “potencial da imortalidade” ou o que se chama a realidade eterna. Na medida em que amamos a Deus, realmente nos tornamos eternos. Ou seja, na medida em que nos aproximemos cada vez mais perto de Deus através do Amor, muito maior será nossa realidadeatualidade, seremos cada vez mais reais ante Deus e para o cosmos. Agora, quanto mais nos afastemos de Deus, mais nos aproximaremos da não-realidade, da cessação de nossa existência. Jesus nos alerta e ensina que uma alma estagnada, que não progride espiritualmente, é uma alma moribunda. 1286:3; 1478:4. Nosso Pai deseja que conheçamos todas estas verdades para que tomemos consciência da nossa realidade e possamos avançar espiritualmente, aplicando em nós o conhecimento da verdade revelada..

É vontade de Deus que O conheçamos e que nos assemelhemos a Ele. 64:2. Mas como O conhecemos, como nos assemelhamos a Ele? Precisamente essas interrogantes encontram resposta no desejo do Pai: “que estejamos em comunhão pessoal com Ele”. 63:6. E por que devemos estar em comunhão pessoal com Ele? Para quê? Por que é isso necessário? Resposta: Porque dessa maneira Deus tem acesso a nós e nós a Ele; é dessa maneira como Deus pode doar-nos suas divinas qualidades, a mudança da nossa fé, amor e adoração. Vejamos o que nos diz Jesus: “Ao abrir o lado humano, do canal de comunicação entre Deus e o homem, os mortais imediatamente disponibilizam o fluxo sempre constante da ministração divina às criaturas dos mundos.” Ao receber nossa alma as qualidades divinas ou os valores divinos de Deus Pai, começamos a parecermos a Ele, a nos assemelharmos a Ele. Nossa alma é a receptora das dádivas divinas que começam a transformar o humano que há em nós, em divino, a fazer realidade nossos anelos sinceros de ser como Deus, produzindo em nós os frutos espirituais dos que Jesus tanto nos fala. 1638:4

A recepção da essência divina na alma a converte em imortal; nossa alma morontial possui essa capacidade, porque Jesus ensinou que “a semente oculta da alma humana é um espírito imortal”; isso é muito importante que o saibamos. Agora, o processo espiritual comentado no parágrafo anterior, é o que conhecemos como a experiência religiosa espiritual e pessoal; esse é o caminho que Jesus descobriu durante sua vida para si mesmo e para nós, os seus filhos terrestres. Jesus fundou a religião da experiência pessoal, fazendo a vontade de Deus e servindo à fraternidade humana. Devemos saber que na religião Jesus sempre defendeu e aplicou o método da experiência, assim como a ciência utiliza o método da experimentação; pois era costume de Jesus retirar-se a comungar com seu próprio espírito para tratar assim de conhecer a vontade de Deus, subordinando sua personalidade total à consciência de contato com a divindade. Jesus ensinou esta técnica espiritual da meditação adoradora em solidão, a seus apóstolos, discípulos, e a Rodam, e para que fora conhecida por nós. Esta é a técnica que nós deveríamos realizar para cumprir com a vontade de Deus. 2092:5; 2076:5; 1459:6; 1515:4; 1774:2,3; 1777:2.

Durante sua vida, Jesus aperfeiçoou métodos cada vez mais eficazes para comunicar-se pessoalmente com a presença espiritual interior do Pai do Paraíso; finalmente Jesus dominou a técnica para fazer aceitavelmente a vontade do Pai, enquanto vivia na carne. 1425:2; 2093:3. Os ensinos revelados que recebemos de Jesus sobre a oração, a ação de graças, a adoração, a meditação espiritual, são as que ele mesmo descobriu, praticou e aperfeiçoou durante sua vida humana; e que o levaram até a supercomunhão de sua alma com o Pai do Paraíso. 50:4.

A revelação nos ensina que nosso crescimento espiritual é proporcional à semelhança ou identificação que consigamos com o Pai Universal; que viver a vontade de Deus é nosso passaporte eterno à possibilidade sem fim da própria infinidade. Que nós, as criaturas do universo, nos apropriamos das qualidades da divindade por meio da experiência espiritual de “viver divinamente” e que “viver divinamente” significa viver a vontade de Deus.Fazer a vontade de Deus é nada mais, nada menos do que uma demonstração da vontade da criatura de compartilhar a sua vida interior com Deus”. Fazer Sua vontade é o segredo da sobrevivência para nossa alma. 1174: 7,8; 1221:2.


NOTA: Este trabalho usa citações procedentes de The Urantia Book, ©️ 1955 Urantia Foundation, 533 Diversey Parkway, Chicago, Illinois 60614, EE.UU; +1 (773) 525-3319; http://www.urantia.org/spanish ; todos os direitos reservados. Os pontos de vista expressados neste trabalho são do autor e não representam necessariamente os pontos de vista da Fundação Urantia ou de suas filiais.
 

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